“Prata da casa”, Marilene está há 30 anos trabalhando no HNSG

Publicado em 1 dez 2016 por Bárbara Araújo

facebookMarilene Félix de Souza, técnica de enfermagem da Central de Material Esterilizado – CME, é mais uma “prata da casa” que trabalha no HNSG há mais de 30 anos. Aposentada desde o início deste ano, Marilene, que foi admitida em 25/02/1986, diz que ainda não quer parar de trabalhar e que tem bastante coisa para fazer pela Instituição.

UTI, diálise peritonial, hemodiálise, maternidade, CME, esse foram alguns dos setores dos quais Marilene fez parte durante a sua trajetória. Cada um deles contribuiu de alguma forma para o seu crescimento profissional “Quando eu entrei foi para a inauguração da UTI e lá fiquei por um tempo trabalhando nos serviços gerais. Depois fiz alguns cursos na área de enfermagem e hoje eu sou técnica de enfermagem no CME. A cada curso que eu fiz fui tendo outras oportunidades naquelas áreas. Eu conheço um pouco de tudo daqui e acho que aproveitei muito cada setor, cada etapa pela qual eu passei aqui dentro”.

Marilene diz que aqui foi seu primeiro emprego e que desde que começou a trabalhar viu que tinha seguido o caminho certo “Eu sempre quis cuidar do outro e já no meu primeiro emprego tive essa oportunidade, foi um sonho realizado e sempre gostei muito do que eu fiz”.

Os laços que construiu dentro do hospital são tão fortes e importantes que ela considera o HNSG sua segunda casa e os colegas de trabalho sua segunda família “Aqui é minha segunda casa. Eu trabalhei muitos anos em setores diferentes, então em cada setor fica muita coisa, amizade, respeito e é muito bom. Vejo nos meus colegas a minha segunda família e eles estão sempre comigo lá fora também, na minha casa, junto com a minha família”. Os laços de amizade também foram feitos com pacientes e acompanhantes, e fruto disso, Marilene ganhou uma afilhada “Eu trabalhava na hemodiálise e fiquei muito amiga da filha de uma paciente, que era sua acompanhante. Quando ela engravidou me convidou para ser madrinha da criança, foi um presente”, diz.

“O hospital na minha vida foi praticamente tudo, porque o que tive e tenho, as viagens que fiz, tudo foi fruto do meu trabalho aqui. É uma sensação de dever cumprido e recompensado ao mesmo tempo. Fiz com responsabilidade e tive o retorno com responsabilidade. Colhi os frutos do que plantei”.

30 anos de trabalho para muitos é uma eternidade, mas para Marilene passaram rápido “Quando a gente faz as coisas com responsabilidade e prazer, fica gostoso e você não vê os anos passarem. Quando você para para pensar o tempo já passou e, no meu caso, 30 anos é uma vida”.

Marilene resume em uma palavra tudo que sente pelo HNSG e pelas pessoas que cruzaram o seu caminho: gratidão “Nesses anos todos o que eu posso dizer ao hospital é gratidão, é respeito que eu sinto por aqui”.

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