Paciente do sul internado três meses na UTI do HNSG recebe alta

Publicado em 6 nov 2015 por Bárbara Araújo

 

Sandro, seu irmão e a equipe da UTI

Sandro, seu irmão e a equipe da UTI

Dizem que santo de casa não faz milagre, mas há histórias capazes de contradizer o ditado popular. O que aconteceu com Sandro Roberto Gobbo, caminhoneiro de Criciúma, Santa Catarina é um exemplo disso. Acostumado com a estrada, no auge de seus quarenta anos, ele rodava o Brasil até que a vida lhe deu um susto. Ao contrair vírus da gripe, passando por Sete Lagoas, foi levado às pressas à UPA e então transferido ao HNSG, em estado grave, com insuficiência respiratória.

Ao entrar no HNSG, foi internado na UTI, em leito isolado, por causa de vírus. A partir daí a história de Sandro ganhou um novo elemento: o acolhimento.

Foi isso que fez com que o Serviço Social conseguisse hospedagem para seus familiares, após uma longa e difícil jornada do Sul do país até Sete Lagoas. Acolhimento também traduz o trabalho responsável de toda uma equipe multidisciplinar, altamente engajada, médicos, enfermeiros, técnicos de enfermagem, nutricionistas, fisioterapeutas e fonoaudiólogos.

Após três meses de hospital, ele estava pronto para voltar para a casa. Já respirando sem a ajuda de aparelhos, muito bem cuidado, sem feridas ou sequelas. E como não podia deixar de ser, deitado em uma cama de caminhão Sandro seguiu viagem, de 1500 quilômetros, de volta para a casa.

Ariane, técnica de enfermagem emociona-se ao lembrar-se da felicidade de ver que tanto empenho teve como final a vitória do paciente. “Depois de muito trabalho ver o paciente voltar para sua casa, nos deixa a certeza de que sim, é possível, uma pessoa sair bem do coma mesmo depois de tanto tempo. Afinal, para Deus nada é impossível, e com um trabalho sério, tornamos instrumentos da obra do Senhor, para recuperação plena de nossos pacientes”.

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